o livro é de Charles Baudelaire - "as flores do mal"
"Ao assalto me lanço e agito-me na liça
Como um coro de vermes juntos a uma carniça,
E adoro, ó fera desumana e pertinaz
Até essa algidez que mais bela te faz! "
16.2.09
10.2.09
top 1 livros:
alan watts - o espírito do zen.
alan watts (1915-1973) nasceu na inglaterra, filósofo, escritor e estudioso de religiões, inspirou o personagem Japby Rider do romance Vagabundos Iluminados, de Jack Kerouac. Foi um dos grandes responsáveis pela divulgação das filosofias orientais no ocidente no século XX.
alan watts - o espírito do zen.
alan watts (1915-1973) nasceu na inglaterra, filósofo, escritor e estudioso de religiões, inspirou o personagem Japby Rider do romance Vagabundos Iluminados, de Jack Kerouac. Foi um dos grandes responsáveis pela divulgação das filosofias orientais no ocidente no século XX.
8.2.09
Dustin O´halloran "prelude 2" vídeo ( woof´s rain ending)
-keep writing!, something sad:
-don´t let it die.
theses days with the help of a special music from Dustin O´halloran called "prelude 2"
im feeling kind as different as before
it´s magical how music can open doors in your mind/heart/soul and change things
in such a way that music can be the only trustuble true in the hole universe.
watching the vídeo from Dustin O´halloran few minutes before, i felt like the wolf
walking, then he started to run always faster and faster into something, maybe himself, maybe searching for that light yeah! that light that leads to a higher plan (....)
dustin O´holloran - prelude 2 - wolf´s rain ending:
http://www.youtube.com/watch?v=euRWeb58hMo&feature=PlayList&p=A70D893FCDD3FAB5&index=4&playnext=5&playnext_from=PL
-don´t let it die.
theses days with the help of a special music from Dustin O´halloran called "prelude 2"
im feeling kind as different as before
it´s magical how music can open doors in your mind/heart/soul and change things
in such a way that music can be the only trustuble true in the hole universe.
watching the vídeo from Dustin O´halloran few minutes before, i felt like the wolf
walking, then he started to run always faster and faster into something, maybe himself, maybe searching for that light yeah! that light that leads to a higher plan (....)
dustin O´holloran - prelude 2 - wolf´s rain ending:
http://www.youtube.com/watch?v=euRWeb58hMo&feature=PlayList&p=A70D893FCDD3FAB5&index=4&playnext=5&playnext_from=PL
7.2.09
the judgement (...)
-they read the bad old books
the music, and we can put the films as well .
she said
-but who can judge that? you? me? them? i don´t think so
the only free way to the mind is not to judge things
he said
- these are the days my friend! and only the days nothing else.
but days, meaning of life/world..
who can say that? neither me, neither you, neither nothing or everything
it´s only judgement
he said.
these are the days (...)
moonlight piano sonata - beethoven
the music, and we can put the films as well .
she said
-but who can judge that? you? me? them? i don´t think so
the only free way to the mind is not to judge things
he said
- these are the days my friend! and only the days nothing else.
but days, meaning of life/world..
who can say that? neither me, neither you, neither nothing or everything
it´s only judgement
he said.
these are the days (...)
moonlight piano sonata - beethoven
S.K
Soren Kierkegaard é o principal representante do irracionalismo, corrente filosófica do século 19 que criticou a supremacia da Razão – tão exaltada por Hegel. É verdade que essa corrente filosófica não faz muito sucesso em sua época, no contexto do pós-positivismo. Kierkegaard desenvolve sua filosofia, de cunho existencialista e, por assim dizer, religioso, sem rigor filosófico e desprendido de método. Sua proposta é que cada um viva sua verdade para si. Seu pensamento muito influenciará Heidegger. Kierkegaard nasceu em Copenhague em 1813, filho de protestantes fervorosos, teve educação religiosa desde cedo e aprendeu, muito piedosamente, que a fé era um valor imprescindível e uma dádiva fundamental.Kierkegaard se preocupa com a seguinte questão: como se dá à relação entre os homens e Deus? Ou, como o Homem se relaciona consigo mesmo, com o mundo e com Deus? As respostas para esses questionamentos estão na sua experiência: seus livros revelam os estágios vividos por ele: a estética, onde se entrega aos prazeres depois de se decepcionar com o sentido do pecado; a ética quando percebe que no mundo há sofrimentos interiores e exteriores que se confrontam e ao constatar que algumas normas éticas restringem a liberdade; a religiosa, quando experimenta a relação entre interior e exterior dando um salto no vazio e encontrando-se com o transcendente.É verdade que Kierkegaard apelou ao cristianismo, mais precisamente à teologia protestante, para compreender o ser do Homem. Exalta a fé e desarticula as certezas da razão. Alem disso, esse filósofo rejeita a “eternização” que as idéias de Hegel induzem-nos no campo filosófico. Segundo ele, o pensamento Abstrato deixa de fora a existência, que consiste num modo de ser do homem. Entendamos alguns conceitos fundamentais de Kierkegaard:Homem: por natureza é um desesperado. Ele é a síntese entre o finito e o infinito. É algo concreto, temporal, mas que está em devir, situado na existência. O homem não está pronto. Ele, por meio de suas escolhas, se faz a cada instante. (Heidegger: projeto projetado). Para Kierkegaard a existência e o movimento não podem ser pensados.Angústia: é uma antipatia simpatizante e, ao mesmo tempo, antipática. É um sentimento de inquietude que está presente na livre opção. Ironia: atitude crítica frente a toda conceituação ideológica. Ela é um modo de duvidar.Humor: é um estado subjetivo de quem desarticula toda justificação conceitual e chega à liberação interior intensa.Existência: Síntese do eterno e do temporal ou, como já dissemos, do finito e do infinito. É abertura que não é passível de conceituação, pois não é objeto do saber. Ela escapa ao conhecimento.Dimensões/fases da Existência Humana Estética: deleita-se na questão do prazer. A obra em que o autor trata do tema especificamente é “Diário de um Sedutor”, onde se valorizam a poesia, a estética e a arte. Kierkegaard toca no tema do prazer numa época em que há repressões e falta de conhecimento. Para ele o prazer é um produto de uma opção de vida, por isso carece qualidades estéticas, pois “sob o céu da estética tudo é leve, belo e fugitivo, mas assim que a ética entra no assunto tudo se torna duro e infinitamente fatigoso”. (Kierkegaard) Isso acontece porque a estética pressupõe admiração e sedução, por isso é difícil fazer juízo ético. Esse campo é fadigoso.Ética: trata do tema da liberdade na obra específica “O Desespero Humano”. Como é sabido, a ética se alicerça no dever, mas sabemos também que as normas impedem o ato da liberdade. Lembremos que o desespero, para Kierkegaard, é a característica fundamental do ser humano. Isso acontece porque o homem deve escolher a si mesmo, na precariedade da vida. Neste sentido, a doença mortal (pecado) é o desespero, que possui três níveis: universal, mortal, personificação.Neste item também é importante mencionar que a felicidade, para este filósofo existencialista, não se encontra no prazer. Ela é uma miragem, busca de um bem durável.Religiosa: trata da questão da fé, na obra “Temor e Tremor”. A esfera religiosa tem como mola a paixão. Paixão da fé – que possibilita ao homem tomar consciência de si – onde mora a dor e a angústia.
Em um dos mundos(..)
ontem as lágrimas caiam
mas não caiam por desafetos de vida
chorava-se assim como quem ri e faz de si espectador de sua própria plateia
o seu e tão recluso pranto.
tão profundo que ali ecoava-se apenas o silêncio, sim, o silêncio de um pranto.
de muitos que carregava na estrada da memória, percebeu que ali seria um de seus últimos
como se não coubessem mais as palavras na alma
como se já não as possuísse, sendo assim, o pranto se tornou outro
outro alguém, não pertencente ao plano real
e sim a algo, apenas algo
perdido em um.
um dos mundos(...)
mas não caiam por desafetos de vida
chorava-se assim como quem ri e faz de si espectador de sua própria plateia
o seu e tão recluso pranto.
tão profundo que ali ecoava-se apenas o silêncio, sim, o silêncio de um pranto.
de muitos que carregava na estrada da memória, percebeu que ali seria um de seus últimos
como se não coubessem mais as palavras na alma
como se já não as possuísse, sendo assim, o pranto se tornou outro
outro alguém, não pertencente ao plano real
e sim a algo, apenas algo
perdido em um.
um dos mundos(...)
3.2.09
23janeiro,27jan,30jan 2fev - para aquarianos.
"ANIVERSÁRIO
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,Eu era feliz e ninguém estava morto.Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,De ser inteligente para entre a família,E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida.
Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo,O que fui de coração e parentesco.O que fui de serões de meia-província,O que fui de amarem-me e eu ser menino,O que fui --- ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui...A que distância!...(Nem o acho...)O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!
O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa,Pondo grelado nas paredes...O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas),O que eu sou hoje é terem vendido a casa,É terem morrido todos,É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez,Por uma viagem metafísica e carnal,Com uma dualidade de eu para mim...Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!
Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui...A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça,com mais copos,O aparador com muitas coisas — doces, frutas o resto na sombra debaixo do alçado---,As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa, No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...
Pára, meu coração!Não penses! Deixa o pensar na cabeça!Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!Hoje já não faço anos.Duro.Somam-se-me dias.Serei velho quando o for.Mais nada.Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!...
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!... "
Álvaro de Campos, 15-10-1929
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,Eu era feliz e ninguém estava morto.Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,De ser inteligente para entre a família,E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida.
Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo,O que fui de coração e parentesco.O que fui de serões de meia-província,O que fui de amarem-me e eu ser menino,O que fui --- ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui...A que distância!...(Nem o acho...)O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!
O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa,Pondo grelado nas paredes...O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas),O que eu sou hoje é terem vendido a casa,É terem morrido todos,É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez,Por uma viagem metafísica e carnal,Com uma dualidade de eu para mim...Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!
Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui...A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça,com mais copos,O aparador com muitas coisas — doces, frutas o resto na sombra debaixo do alçado---,As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa, No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...
Pára, meu coração!Não penses! Deixa o pensar na cabeça!Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!Hoje já não faço anos.Duro.Somam-se-me dias.Serei velho quando o for.Mais nada.Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!...
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!... "
Álvaro de Campos, 15-10-1929
"Assim como falham as palavras quando querem exprimir qualquer pensamento,Assim falham os pensamentos quando querem exprimir qualquer realidade.
Mas, como a realidade pensada não é a dita mas a pensada,Assim a mesma dita realidade existe, não o ser pensada.Assim tudo o que existe, simplesmente existe.O resto é uma espécie de sono que temos,Uma velhice que nos acompanha desde a infância da doença. "
Alberto Caeiro, 1-10-1917
Mas, como a realidade pensada não é a dita mas a pensada,Assim a mesma dita realidade existe, não o ser pensada.Assim tudo o que existe, simplesmente existe.O resto é uma espécie de sono que temos,Uma velhice que nos acompanha desde a infância da doença. "
Alberto Caeiro, 1-10-1917
"Sonhei, confuso, e o sono foi disperso,Mas, quando dispertei da confusão,Vi que esta vida aqui e este universoNão são mais claros do que os sonhos são
Obscura luz paira onde estou conversoA esta realidade da ilusãoSe fecho os olhos, sou de novo imersoNaquelas sombras que há na escuridão.
Escuro, escuro, tudo, em sonho ou vida,É a mesma mistura de entre-seresOu na noite, ou ao dia transferida.
Nada é real, nada em seus vãos moveresPertence a uma forma definida,Rastro visto de coisa só ouvida. "
Fernando Pessoa, 28-9-1933.
Obscura luz paira onde estou conversoA esta realidade da ilusãoSe fecho os olhos, sou de novo imersoNaquelas sombras que há na escuridão.
Escuro, escuro, tudo, em sonho ou vida,É a mesma mistura de entre-seresOu na noite, ou ao dia transferida.
Nada é real, nada em seus vãos moveresPertence a uma forma definida,Rastro visto de coisa só ouvida. "
Fernando Pessoa, 28-9-1933.
1.2.09
30.1.09
kim ki duk kim ki duk kim ki duk kim ki duk
top5 : kim ki duk films.
primavera verão outono inverno e primavera
O arco
casa vazia
time- o amor contra a passagem do tempo
breath - fôlego (2007-08)
primavera verão outono inverno e primavera
O arco
casa vazia
time- o amor contra a passagem do tempo
breath - fôlego (2007-08)
29.1.09
Fight Club (1999) - "clube da luta"
- Por que será que vivemos trabalhando para produzir o que não consumimos e, em troca disso, consumimos o que não nos é útil e temos o que não utilizamos, e, por fim, nunca estamos satisfeitos?(você não é seu emprego ou o dinheiro que possui)- Por que vivemos comprando coisas que que as propagandas dizem ser úteis: como shampoo, credit card, mesa-portátil, bolo recheado, aparelho de dvd, etc. e nunca temos tempo para desfrutá-los (mas arranjamos tempo para adquirí-los) ? E, o que é pior, quanto mais adquirimos esses produtos menos tempo temos para utilizá-los, e, menos tempo ainda temos para nós mesmos... será que temos tempo para nos perguntarmos se esse consumismo nos faz bem?(as coisas que voce possui acabam te possuindo)- Mas, como esse sistema (de producao e consumismo) se mantêm e se desenvolve? A economia capitalista não é baseada no capital e no lucro? Então, é simples, tudo o que é preciso para funcionar são de coisas que produzam e coisas que consumam, e, que o gasto com a produção seja baixo e o valor do que é vendido seja alto, pois é de onde vem a renda, ou melhor, o lucro. Pois então, não somos nós as coisas que produzem e as que consomem?(nós somos os filhos de um país ridículo e sem história, sem propósito ou lugar. não tivemos grande guerra, não tivemos grande depressão. nossa grande guerra é a guerra espiritual, nossa grande depressão são nossas vidas)- Por que sempre que vamos a algum lugar para nos distrair procuramos o consumo (cinema, bares, restaurantes, lan houses, danceterias, lanchonetes, supermercados, shoppings, etc) ? Por que qualquer distração ou uma simples reunião de amigos procuramos o consumo? Ora, não é o que o sistema econômico precisa para funcionar? Se não estamos produzindo temos de consumir, não é a regra?(essa é a sua vida e está acabando a cada minuto)- Por que nunca estamos satisfeitos com o que temos? Por que nunca consumimos o que realmente precisamos? Por que consumimos a todo momento qualquer coisa que seja a propaganda veiculada aos nossos sentidos? Por que nos submetemos a trabalhar num serviço que não gostamos? Por que apesar de nos queixar-mos já nos "acostumamos" em ver pessoas queixando? Será que a 'queixa' virou costume e deixou de ser 'queixa'?(a propaganda nos faz correr atrás de coisas e a trabalhar em empregos que odiamos para comprar porcarias de que não precisamos)- Por que será que achamos que dependemos de empresas para nos sustentar? Será que não acreditamos em nosso próprio trabalho? Por que nos sentimos mais seguros com um emprego do que com nós mesmos? Por que confiamos numa instituição que explora os funcionarios e clientes para seu lucro e não se importa se existimos ou qual nosso nome? E em troca não confiamos em nós mesmos?(sou um lixo, um merda, um doido, para você e para toda esta porra de mundo. você nem quer saber onde moro, o que sinto, como alimento meus filhos ou como vou pagar o médico se ficar doente)- Por que esquecemos que vamos morrer um dia e nossa vida terá sido sempre a mesma, sem ao menos percebermos que existimos e sim que existiram produtos que consumimos e trabalhos que exercemos? Não sabemos que quando morrermos não teremos mais nada disso, nem o trabalho, nem o consumo, e o que é pior, não teremos o que passamos recusando a vida inteira: 'nós mesmos'??(estamos arriscados a morrer a qualquer hora, a tragédia é que não morremos)- Por que optamos por viver uma fantasia e não a realidade? Por que consumimos produtos para o 'bem-estar' de nosso futuro se vivemos no presente e não temos tempo no presente para usufruir desse 'bem-estar'?
Fight Club (1999) - "clube da luta"
"Por milhares de anos, os seres humanos fodem e sujam e cagam em cima deste planeta, e agora a história quer que eu limpe tudo. Preciso lavar e amassar as latas de sopa. E dar conta de cada gota de óleo dos motores. E ainda tenho de pagar a conta pelo lixo nuclear, pelos depósitos de gasolina queimados e pela lama tóxica despejada por uma geração anterior a minha. Apoiei a cabeça do anjinho como se fosse um bebê ou uma bola de futebol na dobra do meu braço e bati nela com os dois dedos, bati até sentir os dentes se quebrando. Depois, usei o cotovelo, e ele foi escorregando dos meus braços até cair aos meus pés. Eu queria sentir cheiro de fumaça. Pássaros e cervos são meros luxos e todo peixe deveria voar. Eu queria pôr fogo no Louvre. E limpar a bunda com a Mona Lisa. Este é o meu mundo , agora. Este é o meu mundo, o meu mundo, e os antigos estão mortos. Foi naquele café da manhã que Tyler inventou o Projeto de Ações Violentas... " (Tyler durden - fight club- "clube da luta" )
"Estou rompendo meus vínculos com a força física e os bens materiais, porque só destruindo a mim mesmo vou descobrir a foça superior do meu espírito."
( Tyler Durden- fight club - "clube da luta)
"Somos todos levados pela televisão a acreditar que um dia seremos milionários ou deuses do cinema ou astros de rock, mas não seremos. E estamos aos poucos percebendo isso. E estamos muito, muito zangados." ( Tyler Durden - fight club)
".. somos os filhos do meio da história, sem nenhum propósito. Nunca tivemos uma grande guerra, nossa maior guerra é nossa depressão..." Tyler Durden - clube da luta
the first rule about fight club is.. do not talk about fight club.
"Estou rompendo meus vínculos com a força física e os bens materiais, porque só destruindo a mim mesmo vou descobrir a foça superior do meu espírito."
( Tyler Durden- fight club - "clube da luta)
"Somos todos levados pela televisão a acreditar que um dia seremos milionários ou deuses do cinema ou astros de rock, mas não seremos. E estamos aos poucos percebendo isso. E estamos muito, muito zangados." ( Tyler Durden - fight club)
".. somos os filhos do meio da história, sem nenhum propósito. Nunca tivemos uma grande guerra, nossa maior guerra é nossa depressão..." Tyler Durden - clube da luta
the first rule about fight club is.. do not talk about fight club.
26.1.09
o nada (...)
fala-se muito, sabe-se pouco
observa-se pouco, tal como invariavelmente julga-se muito
relata estórias sobres os outros
sobre si e entre tantos infinitos além do céu e da terra.
pensa-se tanto, tanto que não pensas nada e pensas que pensa algo, (quanto pensar)!
fecham-se e os olhos e eis que a verdade ressurge , é esse o breve momento, acreditem!
aonde a mente nada pensa, nada faz e nada julga.
ver sem pensar
sentir sem saber o que é sentir,
falar sem saber o que quis dizer.
apenas diga.
apenas sinta
apenas seja e veja
apenas saiba.
que não há nada, senão somente..
( o nada , sentir).
observa-se pouco, tal como invariavelmente julga-se muito
relata estórias sobres os outros
sobre si e entre tantos infinitos além do céu e da terra.
pensa-se tanto, tanto que não pensas nada e pensas que pensa algo, (quanto pensar)!
fecham-se e os olhos e eis que a verdade ressurge , é esse o breve momento, acreditem!
aonde a mente nada pensa, nada faz e nada julga.
ver sem pensar
sentir sem saber o que é sentir,
falar sem saber o que quis dizer.
apenas diga.
apenas sinta
apenas seja e veja
apenas saiba.
que não há nada, senão somente..
( o nada , sentir).
15.1.09
A entrega (...)
ela está ali, mas alguém a vê?
talvez se vá quando o sol cai e tudo se torna cinza.
como o amanhecer me trás o que existe de mais doce e puro no mundo.
é aonde a vida começa, aonde o primeiro sopro se dá.
olhem! , ela voltou! vejam!vejam!...alguém está vendo?
e assim poucas horas depois ela se foi e mesmo que esperançosa,
não podia negar a tristeza que carregava por quase ninguém notá-la, mesmo assim ainda sussurrou: "estou indo meus amigos, mas amanhã voltarei!"
quem sabe não hoje, mas nos últimos sopros de vida,sentiremos um vazio do que não nos faz falta agora, afinal não nos é valioso o que temos de mais sábio, seja a natureza, seja o que fazemos habitualmente como o abrir e fechar dos nossos olhos a cada dia que se nasce. (...)
entrega-te e mesmo que um tanto breve,
ela agradece.
música no momento: claire de lune - debussy
28.12.08
nota mental não tão mental.
cara, é engraçado ver uma multidão dos fãs de beatles na reitoria da ufc, fazendo clap clap pro discurso até muito bom de um dos organizadores do show gratuito que teve sábado agora dia 27.
mais engraçado é o cara bêbado ou exibicionista ou até mesmo corajoso que subiu ao palco e foi vaiado até o ponto de mandar todo mundo pastar usando a mão com gestos de raiva e indignação à multidão.
O cara teve os 5 ou 10 minutos de fama, até ai tudo bem, eu achei que até foi fantástico e necessário pra se tornar memorável, a quem diga que não liga, mas é só ver uma discussão
para se levantarem e ficarem olhando como um bando de curiosos para zoar alguém ou alguma situação.
Depois dizem que não gostam , o ser humano gosta é do caos!
É nesse hora que a gente vê como o povo brasileiro é unido para discórdias.
Hilário, de fato muito hilário (cenas de filmes que ficam na mente)
o show foi muito bom, esqueceram umas músicas as melhores eu diria
mas de graça, até injeção na testa.
mais engraçado é o cara bêbado ou exibicionista ou até mesmo corajoso que subiu ao palco e foi vaiado até o ponto de mandar todo mundo pastar usando a mão com gestos de raiva e indignação à multidão.
O cara teve os 5 ou 10 minutos de fama, até ai tudo bem, eu achei que até foi fantástico e necessário pra se tornar memorável, a quem diga que não liga, mas é só ver uma discussão
para se levantarem e ficarem olhando como um bando de curiosos para zoar alguém ou alguma situação.
Depois dizem que não gostam , o ser humano gosta é do caos!
É nesse hora que a gente vê como o povo brasileiro é unido para discórdias.
Hilário, de fato muito hilário (cenas de filmes que ficam na mente)
o show foi muito bom, esqueceram umas músicas as melhores eu diria
mas de graça, até injeção na testa.
16.12.08
O momento adequado.
De uns dias para cá venho a me sentir um pouco como um carpinteiro, arquiteto, seilá mais o que.
criei o estranho hábito de andar com um lápis entre a orelha
o uso bizarro de uma ferramenta que pode salvar o pensamento inusitado
ou talvez pense eu, que seja charme.
criei o estranho hábito de andar com um lápis entre a orelha
o uso bizarro de uma ferramenta que pode salvar o pensamento inusitado
ou talvez pense eu, que seja charme.
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